Roteiro de 4 dias na Chapada dos Veadeiros

Foi muito difícil decidirmos onde iríamos, visto que na chapada existem muitaaas opções incríveis. Essa também é uma escolha muito pessoal, mas descreveremos agora o nosso roteiro de quatro dias na chapada.

DIA 1

Feira do Produtor Rural

No primeiro dia, nós saímos cedinho de Brasília rumo a Alto Paraíso de Goiás, visto que queríamos visitar a Feira do Produtor Rural que acontece nas terças e nos sábados. Saímos de Brasília às 07h00 e chegamos perto das 10h na feira. Chegamos a tempo de conhecer, visto que o horário de funcionamento aos sábados é das 07h às 12. A feira é muito legal, e além das frutas, verduras e legumes orgânicos, eles vendem vários produtos artesanais, desde sabonetes, cremes até geléias, pães e etc.

É uma ótima opção para tomar um café da manhã ou fazer um lanche. Eles tem muitos produtos veganos e vegetarianos, e tem opções de bolos, pasteis, sucos e diversos produtos locais. Além da variedade e qualidade, a feira tem uma energia muito boa, cheia de pessoas simpáticas e foi um ótimo local para termos nossa primeira impressão da chapada. O restante dos dias e passeios só confirmou que a chapada tem muito daquilo que conhecemos na feira do produtor orgânico: ela é a cara da Chapada dos Veadeiros!

Almécegas I e II e São Bento

Nós começamos a visitação das cachoeiras da Chapada com o pé direito, pois as cachoeiras dessa fazenda são lindas, especialmente a Almécegas I. A Almécegas I e II e a cachoeira de São Bento ficam dentro da Fazenda São Bento, há 9 km de Alto Paraíso de Goiás. Nós pagamos R$ 20,00 para ter acesso às 3 cachoeiras, mas atualmente (em 2018), o valor está em R$ 40,00, e eles aceitam apenas pagamento em dinheiro. O horário de funcionamento é das 8h às 17h00. Não é necessário a contratação de guia.

Endereço: GO 239 – Km 8 – Alto Paraíso de Goiás

São Bento

Depois que você entra na fazenda, a primeira cachoeira é a São Bento. Ela é mais simples, se comparada às demais, mas tem uma trilha curta e fácil, e um bom poço para banho. É a cachoeira ideal (pensando nas opções dessa fazenda) para os dias em que você estiver mais cansado e não estiver muito afim de longas caminhadas. Para visitar somente São Bento, o valor é de R$ 15,00 por pessoa. Nós decidimos deixar ela pro final do dia devido ao tempo que tínhamos disponível (uma tarde), pois na nossa lista de preferência dentre as três cachoeiras, ela era a última opção.

Valor: R$ 15,00

Extensão da trilha: 300 metros

Nível de dificuldade: Muito fácil

Almécegas I

Depois de entrar na fazenda, nós andamos aproximadamente 4 km até o estacionamento (gratuito) da Almécegas I. A trilha tem mais ou menos 2 km de extensão, é bem sinalizada e pode ser considerada de nível médio devido às subidas e descidas íngremes, principalmente na chegada ao poço para banho. A primeira parada é em um mirante que tem uma vista espetacular para a  Almécegas I, que 50 metros de altura. Depois, você pode continuar a trilha e descer até a base da cachoeira, e até tomar um banho caso tenha coragem de entrar na sua água geladíssima. Nessa cachoeira nós só ficamos nas fotos, e ainda não entramos, já que ainda queríamos conhecer as demais. Foi a nossa preferida do primeiro dia.

Valor: R$ 40,00 (valor para as Almécegas I e II e São Bento)

Extensão da trilha: 2 km

Nível de dificuldade: Médio

Almécegas II

Voltando pro estacionamento, pegamos o carro e seguimos por mais 3 km rumo as Almécegas II. A trilha é muito tranquila, com apenas 200 metros, e nos leva até a melhor cachoeira dentre as 3 para banho. A queda da cachoeira é de 3 metros de altura, e há um grande poço para banho. Para os mais corajoso – como o Gian 🙂 – , há uma pedra onde normalmente as pessoas saltam no local mais fundo do poço. Nós perdemos a noção do tempo nessa cachoeira, de tão gostoso que é se banhar nela.

Valor: R$ 40,00 (valor para as Almécegas I e II e São Bento)

Extensão da trilha: 200 metros

Nível de dificuldade: Fácil

Tirolesa Vôo do Gavião

Quando nos demos conta do horário, fomos correndo para fazer a Tirolesa Vôo do Gavião que fica dentro da fazenda, mas é operada pela Travessia Ecoturismo (eles também  oferecem rapel e trilhas de bike). A tirolesa é considerada uma das maiores do Brasil, e tem 850 metros de extensão a 100 metros de altura, a 55 km/h. Essa foi uma experiência incrível! Para fazer a tirolesa, você deve ir até o trapiche de madeira, ponto onde as pessoas desembarcam no  fim da aventura. Lá eles te passam as orientações, montam todos os equipamentos e tem levam até o outro lado da fazenda, onde fica o ponto alto da tirolesa em que você irá descer. A natureza de lá é exuberante, e no alto do morro temos a vista para o Morro da Baleia. A descida é super rápida, mas o visual e a adrenalina compensam os R$ 100,00 por pessoa pagos pela brincadeira.

Ao término do passeio, voltamos e passamos rapidamente pela cachoeira de São Bento, apenas para conhecer devido ao horário avançado.

DIA 2

Cachoeira Loquinhas

Loquinhas é a cachoeira mais próxima de Alto Paraíso de Goiás, há 4 km do centrinho. De todas as cachoeiras que visitamos, essa é a que oferece a melhor infraestrutura, possibilitando o acesso de crianças e pessoas com dificuldade de locomoção. A trilha é de apenas 1 km, feita através de uma passarela de madeira. Ao longo do caminho, há vários poços para banho, e no fim do trajeto chega-se a Cachoeira de Loquinhas.

Para nós, essa cachoeira foi inicialmente uma grande decepção, pois logo que chegamos começou a chover muuuuuuito (muito mesmo) em Alto Paraíso de Goiás. Choveu tanto que nós tivemos que ficar mais de uma hora na entrada da trilha aguardando para ver se parava de chover e, se parasse, se poderíamos ir ou não devido ao perigo das tão famosas trombas d’água. Uma hora e meia depois a chuva diminuiu bastante e, mesmo com garoa, decidimos começar a trilha. Paramos em alguns poços e rapidamente chegamos nas Loquinhas. A decepção que comentei foi devido à cor da água que, por causa da chuva, não estava nem um pouco parecida com a que tínhamos visto na internet.

Apesar de estar um pouco frio, garoando e com a cor bem inferior ao que imaginávamos, não podíamos deixar de aproveitar, né? Afinal, encaramos cada viagem como uma oportunidade única em nossas vidas, já que nunca sabemos quando poderemos voltar para aquele lugar. Pensando assim, tomamos coragem e decidimos nos aventurar na água gelada de Loquinhas. E quer saber? Foi renovador! Eu (Amanda) tomei o meu primeiro banho de cachoeira oficial da vida, nós dois brincamos e nos divertimos muito e ainda tínhamos a cachoeira inteira pra gente, já que a chuva afastou todo mundo! rs Por isso disse que INICIALMENTE Loquinhas tinha sido uma decepção, porque mesmo com condições contrárias, quem faz a vida bonita somos nós! (ual, filosofei agora! rs)

Valor: R$ 30,00

Extensão da trilha: 1 km

Nível de dificuldade: Fácil

Vale da Lua

O nosso segundo dia na chapada acabou tendo um ritmo beeeeem tranquilo devido à intensa chuva que estava caindo. Quando ela deu uma trégua novamente, resolvemos conhecer o Vale da Lua, que fica bem mais próximo da Vila de São Jorge (há 9 km) do que do centro de Alto Paraíso de Goiás.

Chegando lá, você pára seu carro no estacionamento, preenche um rápido cadastro e já pode começar a trilha de 600 metros que leva até o vale. O valor que pagamos foi de R$ 20,00 por pessoa.

O nome do lugar deve-se às formações rochosas formadas pela erosão fluvial das águas do Rio São Miguel, que muito lembram o “solo lunar”. Nós já conhecíamos o Vale da Lua que fica do Deserto do Atacama, então tínhamos um parâmetro de comparação extremamente alto! rs. Nós adoramos o lugar, achamos muito bonito, mas confesso que me espantei com o seu tamanho, pois via nas fotos partes isoladas do vale que davam a impressão dele ser enorme, sendo que, na verdade, as formações ocupam um espaço não tão grande.

Falando em Vale da Lua, é muito importante comentar que lá acaba sendo um lugar um pouco perigoso e propício para acidentes. Além do perigo das trombas d’água, que é mais elevado lá, é preciso tomar muito cuidado ao caminhar pelas formações rochosas, pois devido ao seu formato, fica muito fácil escorregar e cair. O recomendado é ir fazer esse passeio de tênis ou outro calçado fechado.

Devido às formações, existem três piscinas naturais oficiais que são muito procuradas para banho. Além delas, em épocas de chuva podem ser formadas outras piscinas menores entre as rochas.

Quando nós visitamos o Vale da Lua, nem estávamos preparados para banho já que estava chovendo e fazendo frio o dia todo. Então o passeio ficou mais contemplativo e cheio de fotos! 🙂

Valor: R$ 20,00

Extensão da trilha: 600 metros

Nível de dificuldade: Fácil

DIA 3

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foi criado em 1961, e em 2001 foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade. Tratam-se de 65 mil hectares de natureza exuberante e formações vegetais únicas. A entrada do parque fica na Vila de São Jorge, há 1 km do centro da vila e a 36 km do município de Alto Paraíso de Goiás. Como nós estávamos hospedados em São Jorge, decidimos ir andando esse 1 km, visto que no estacionamento é cobrado o valor de R$ 15,00. A entrada do parque é gratuita.

O parque funciona de terça a domingo e abre às 08h, sendo que é permitida a entrada até às 12h e saída até às 18h, porém, o recomendado é chegar cedo, pois há limitação de entrada no parque. Entrando no parque, é necessário fazer um cadastro e assinar um termo de responsabilidade.

Dentro do parque, é possível fazer quatro trilhas distintas:

  • Travessia das Sete Quedas

Essa é uma trilha bem extensa, com 23,5 km, onde é necessário acampar no parque para fazê-la, normalmente em dois ou três dias. Há limitação de 30 pessoas acampadas por noite, sendo que ela fica aberta ao público somente no período da seca, de Junho a Outubro.

Valor: Gratuito

Extensão da trilha: 23,5 km

Nível de dificuldade: Difícil

  • Trilha dos Saltos

Essa trilha é uma das mais procuradas, com limitação de 250 visitantes por dia. O caminho é bem sinalizado com setas amarelas, sendo que depois de 4 km do início chega-se ao Mirante do Salto do Rio Preto, que tem 120 metros de altura. Um pouco depois, vemos o Salto de 80 metros, onde é possível fazer uma parada para banho, e mais 1,5 km pra frente, chega-se às Corredeiras do Rio Preto. O tempo estimado para conclusão da trilha é de 4 a 6 horas.

Valor: Gratuito

Extensão da trilha: 11 km

Nível de dificuldade: Difícil

  • Trilha dos Cânions e Carioquinhas

Essa foi a trilha que escolhemos, que tem limitação de 200 visitantes por dia, e  extensão de 12 km. Escolhemos passar primeiro pelos Cânions que são lindos e imponentes, e depois fomos pra cachoeira das carioquinhas. O caminho até a cachoeira foi o pior do trajeto, pois há uma descida muito íngreme e a volta foi T-E-R-R-Í-V-E-L, pois eu já estava bem cansada. O caminho é todo sinalizado com setas vermelhas, e o tempo estimado para conclusão da trilha é de 4 a 6 horas.

Valor: Gratuito

Extensão da trilha: 12 km

Nível de dificuldade: Difícil

  • Trilha da Siriema

Essa é uma trilha muito fácil, recomendada para aqueles que têm dificuldade de locomoção. A limitação é de 30 visitantes por dia.

Valor: Gratuito

Extensão da trilha: 800 metros

Nível de dificuldade: Muito fácil

Apesar de termos ido somente até o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, e feito somente a Trilha dos Cânions, esse foi o dia mais cansativo e ficamos praticamente das 08h30 até às 16h no parque, mas fomos num ritmo tranquilo, com diversas paradas para fotos/banho/descanso. Existem pessoas (mais aventureiras e bem preparadas, óbvio), que escolhem fazer a trilha dos Saltos e dos Cânions no mesmo dia, mas, na nossa opinião, fica extremamente cansativo e até meio inviável, a menos que você tenha um ritmo muito rápido ou que faça somente uma parte de cada uma das trilhas.

O parque em geral é incrível, com fauna e flora riquíssima e é muito bem preservado. Visitantes recentes contaram que a natureza já foi praticamente toda recuperada após as fortes queimadas de 2017.

Jardim de Maytreia

O Jardim de Maytreia é um lugar cheio de misticismo, visto que algumas pessoas afirmam que foram avistados ovnis de lá. Independente de crença, a visita vale muito a pena, pois a paisagem é incrível! Trata-se de um lindo campo plano que dá visão ampla do Cerrado, com colinas ao fundo, muito verde e vários Buritis completando o “quadro”. Nós acabamos passando por lá várias vezes, pois o jardim fica na margem direita da GO 329, no caminho entre Alto Paraíso e São Jorge, logo depois do Morro da Baleia. Se seus horários baterem, tente ver o pôr do sol de lá. A visão fica incrível!

DIA 4

Santa Bárbara e Capivara

E no nosso último dia na Chapada, era hora de conhecer a cachoeira mais famosa de lá: Santa Bárbara. Nesse acordamos cedo e pegamos o carro rumo à Cavalcante, cidade onde fica a cachoeira. São 89 km de Alto Paraíso e 125 km de São Jorge. Esse foi o único passeio que fizemos que tinha obrigatoriedade de contratação de guia. Então, chegando em Cavalcante, você pode parar no CAT (Centro de Atendimento ao Turismo) que fica logo na entrada (na Avenida Silvino Ferreira), ou ir até o CAT do Povoado Kalunga do Engenho II. Nós decidimos ir até lá e, por isso, nos aventuramos em um caminho beeem complicado para carros baixos.

Mirante no caminho de Cavalcante

Chegando no Povoado Kalunga do Engenho II, contratamos um guia por R$ 30,00 por pessoa (R$ 20,00 para Santa Bárbara e R$ 10,00 para Capivara) e pagamos mais R$ 5,00 pelo transporte “pau de arara” até a trilha da cachoeira. Há a opção de fazer esse trajeto de carro 4×4 ou a pé (aproximadamente 5 km). Como já tínhamos andado bastante nos últimos dias, decidimos ir com o transporte deles. É possível ir até Santa Bárbara com um guia de Alto Paraíso ou São Jorge mas, normalmente essa opção é mais cara, e você precisa verificar se eles têm a certificação necessária para essa cachoeira, pois nem todos os guias da Chapada são aptos a acompanhar turistas em Cavalcante. Além disso, é legal contratar os guias de Cavalcante para contribuir com os locais.

Em seguida, começamos a trilha que leva à Santa Bárbara. É uma trilha curta, de mais ou menos 2 km, mas, pra mim, foi extremamente cansativo (principalmente a volta), pois nesse dia estava muito quente, e a trilha é aberta, com muita incidência de sol nas costas e na cabeça, o que acaba cansando mais ainda. Saímos da trilha aberta e entramos numa parte mais fechada, mas logo chegamos na primeira parada: a Cachoeira de Barbarinha, que é menor, com uma queda de 4 metros apenas, mas já é uma prévia do que vem pela frente. A água de Santa Barbarinha estava mais cristalina que a da própria Santa Bárbara. Muito lindo!

Tiramos umas fotos ali e já começamos numa vegetação mais densa, em trilha com caminho de madeira até a Santa Bárbara. Poucos metros depois chegamos na tão famosa Santa Bárbara. A água não estava tão azul quanto nas fotos pois havia chovido nos dias anteriores, mas ainda assim, essa cachoeira é incrível, com uma queda de aproximadamente 30 metros e cor muito diferente. Além da cor maravilhosa, ela tem um poço bem legal para banho, onde tem partes mais rasas (que até dava pé pra mim), e algumas partes mais fundas. No final da viagem tive mais uma “primeira vez” na Chapada e superei mais um medo: nadei (e muito!) em todo poço, onde dava pé e até onde não dava. A água era tão tranquila que senti segurança para nadar… e foi demais! Uma pena que o tempo máximo de permanência lá seja de 1 hora. O tempo passou voando, mas aproveitamos muuuuito!

Depois dessas cachoeiras (que já tinham sido incríveis), fomos até a Cachoeira Capivara, que tem duas quedas e um ótimo poço para banho. O acesso até ela é um pouco cansativo, pois tem uma descida um pouco íngreme, que judiou no nosso retorno. Talvez ela nem seja tão cansativa, mas eu, no auge do meu sedentarismo, estava cansadíssima nesse quarto dia de aventuras na Chapada. Ficamos lá mais uns 40 minutos e voltamos.

Na volta do passeio, paramos para almoçar (já era tarde), na comunidade Quilombola Kalunga, uma  das maiores do Brasil. Fiquei impressionada em ouvir as histórias do nosso guia, e descobrir que essa comunidade é habitada há mais de 200 anos, mas que não teve contato com homens brancos até 30 anos atrás. Pasmem, mas eles ficaram escondidos lá porque não sabiam que a escravidão tinha sido abolida. =/ Esse almoço foi um dos melhores que já comi na minha vida! Falo mais sobre essa e outras opções da Chapada, no post “Onde comer na Chapada dos Veadeiros?”.

Uma dica importante para o passeio à Santa Bárbara é evitar ir nas segundas-feiras, pois, como o Parque Nacional fecha neste dia, o número de turistas (que já é grande), aumenta ainda mais.

E assim foram os nossos 4 dias na Chapada dos Veadeiros! Foram dias incríveis e, se fosse fazer esse roteiro novamente hoje, incluiria apenas mais um dia para ficar perfeito! Acredito que mais do que 5 dias seja muito cansativo, pois todos os dias são muito intensos e com muuuitas caminhadas.

Além de todos os passeios que fizemos, tem mais dois que ficaram na nossa lista e que queríamos muito conhecer:

Trilha do Mirante da Janela: Trilha difícil de 8 quilômetros, com subidas e descidas muito íngremes. Seu acesso é próximo ao Parque Nacional.

Trilha dos Saltos:  Trilha de nível difícil com 11 quilômetros, dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Veja mais dicas e informações sobre a Chapada dos Veadeiros no link “Chapada dos Veadeiros: Informações, dicas e roteiro!

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